ROMA VOLTA A BLOQUEAR EXTRADIÇÃO DE PIZZOLATO

A extradição de Henrique Pizzolato, que poderia acontecer a partir desta quarta-feira (7/10), foi prorrogada por 15 dias. A decisão do Ministério da Justiça da Itália chega após a Corte Europeia de Direitos Humanos ter negado o recurso em caráter de urgência apresentado pela defesa de Pizzolato. O comunicado chegou à Embaixada do Brasil em Roma na manhã desta quarta-feira. O condenado no Mensalão continuará preso em Módena até o próximo dia 22.

EXTRADIÇÃO DE PIZZOLATO É SUSPENSA ATÉ 22 DE SETEMBRO

O Conselho de Estado da Itália decidiu, nesta quarta-feira (24/06) manter suspensa a extradição de Henrique Pizzolato até o dia 22 de setembro. O Conselho de Estado ainda determinou que novos documentos sejam apresentados pelo Ministério da Justiça italiano, provavelmente para que atestem que na Penitenciária de Papuda, no Distrito Federal, os direitos humanos são respeitados.

TRIBUNAL ITALIANO VALIDA EXTRADIÇÃO DE PIZZOLATO

04/06/15 – O Tribunal Administrativo regional da província do Lácio (TAR), em Roma, julgouimprocedente o recurso apresentado pela defesa de Henrique Pizzolato para que o condenado no processo do Mensalão cumprisse a pena de 12 anos e 7 meses na Itália. A decisão foi publicada na manhã desta quinta-feira (04/06).

Itália adia decisão sobre extradição de Pizzolato

Rafael Belincanta
Direto de Roma

5 junho 2014

Henrique Pizzolato, 61 anos, chegou à Corte de Apelação de Bolonha num camburão da Polícia Penitenciária acompanhado por seu advogado, Alessandro Sivelli, por volta das 14h15 (9h15 de Brasília) desta quinta-feira. A primeira audiência para julgar o pedido de extradição apresentado pelo Ministério da Justiça brasileiro durou mais de três horas e terminou sem um veredicto.

Contudo, foi fixada a data de 28 de outubro para uma nova audiência. De acordo com o advogado de Pizzolato, os magistradros decidiram postergar a decisão já que não obtiveram em juízo todas as informações necessárias sobre o possível cárcere brasileiro no qual Pizzolato descontaria sua pena caso viesse a ser extraditado.

Em entrevista ao Terra, a deputada ítalo-brasileira em Roma, Renata Bueno, antecipou que, esgotadas as possibilidades de uma decisão jurídica, a palavra final sobre a extradição de Pizzolato será política. “A Corte de Apelo de Bolonha faz uma avaliação técnica e jurídica do processo de extradição. Entretanto, o fato de Pizzolato ser também um cidadão italiano acarretará no final uma decisão política: e para nós a única aceitável é aquela de que ele possa cumprir a pena no Brasil”, finaliza a deputada.

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