Costiera Amalfitana: dos filmes às retinas

Costiera Amalfitana: dos filmes às retinas

O GPS estava programado para fazer o caminho mais curto, porém o mais complicado – e espetacular. Uma barreira de montanhas, o Parque dos Montes Lattari, colocava-se como barreira natural entre Nápoles e a Costiera Amalfitana. A travessia proporcionou vistas panorâmicas da planície e, ao fundo, o Vesúvio adormentado. Ao chegar do outro lado, mais montanhas ainda escondiam o mar até que, alguns quilômetros adiante, fez-se ver majestoso apresentando-se em cor azul anil. Teria Iemanjá domínio sobre estas águas também?

A Costiera Amalfitana toma o nome da antiga República Marinara de Amalfi. Esta, junto com Venezia, Pisa e Genova formavam as quatro repúblicas marinaras mais importantes da idade média naquele que viria a ser o território italiano.

As glórias dos navegadores estão presentes somente nas lembranças, em monumentos erguidos e escritos em homenagens aos homens que se aventuraram pelo Mediterrâneo, assim como a cruz branca num fundo azul da bandeira da antiga república lembra o passado de respeito.

Encravada num pequeno vale, Amalfi parece ter sido construída sobre ela mesma. À noite, perder-se pelos becos é surpresa garantida. O único cuidado é para não entrar na casa de alguém, afinal saber o que é rua e não pátio nem sempre é fácil! 🙂

Abaixo as fotos que falam bem mais do que as minhas palavras!

 

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Reforma do Coliseu de Roma começa em dezembro deste ano

O Coliseu é o monumento mais visitado de Roma.

O Coliseu é o monumento mais visitado de Roma.

Reuters

Construído há cerca de dois mil anos, o Coliseu, um dos maiores símbolos do Império Romano, será reformado a partir do próximo mês de dezembro e as obras devem durar até 2015. Visitado por cerca de cinco milhões de pessoas a cada ano, e uma das maiores atrações turísticas da Itália, a iniciativa desperta polêmicas como o fechamento da circulação de carros em torno do anfiteatro e o financiamento das obras pela iniciativa privada. Serão três fases de recuperação do monumento: a primeira será a restauração das alas Norte e Sul e a substituição das grades dos arcos e metais em nível do solo, justamente onde os turistas fazem as filas para comprar os ingressos. A segunda fase prevê a construção de um centro de serviços na praça em frente ao monumento e a terceira etapa, ainda em estudo, seria a reforma dos ambientes internos.

O correspondente de RFI em Roma, Rafael Belincanta, explica que a maior polêmica depois do anúncio da reforma é a proibição do acesso de carros à área em torno do Coliseu, onde a circulação é intensa. A medida deve piorar o tráfego na capital, quetambém é famosa por seus engarrafamentos.