Cidadania intercultural

 

Roma, 2 jun  – O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), está em Roma. Ban Ki-moon cumpre agenda na capital italiana em comemoração aos 65 anos de fundação da República Italiana, neste mês de junho.

Em seu discurso na Conferência das Cidades Inter-Étnicas, promovido pela Aliança das Civilizações das Nações Unidas (UNAOC), Ki-moon pediu que o mundo aprofunde o seu compromisso com os valores comuns de inclusão social, aceitação e compreensão. Afirmou ainda que a emigração é cada vez mais uma tendência mundial fazendo com que as minorias e os migrantes sigam em direção a cidades de oportunidades econômicas e liberdade.

“Esta é uma era na qual as pessoas estão atravessando as fronteiras mais do que nunca em busca de oportunidades e esperanças para uma vida melhor. As cidades são os centros dessa ação: o eixo, o imã, lugar onde as pessoas colidem e coexistem”.

O secretário-geral reconheceu que as cidades enfrentam os desafios econômicos e sociais na criação de um ambiente inclusivo, especialmente na incerteza global econômica vigente e as transições políticas em curso em muitos países. Contudo, Jorge Sampaio, alto-representante para a UNAOC, que participou via videoconferência direto de Lisboa, disse que esses desafios não podem se tornar obstáculos para as cidades.

pra mim o metro e a melhor forma de se misturar a gente das cidades. esse e o de Roma.

“Hoje as populações urbanas estão se tornando cada vez mais diversificadas. Pode ser fácil para as cidades caírem na mentalidade de que isso seja um problema ou, até mesmo, uma ameaça. Contudo, para as cidades com uma visão e uma habilidade para abraçar a diversidade, e também com a capacidade de conceber novos meios de convivência, existe o potencial de uma grande recompensa social, econômica e cultural”.

Sampaio trouxe também um novo contexto de cidadania que surge exatamente nessas cidades inter-culturais.

“Nós precisamos definitivamente acelerar a implementação das cidades inter-culturais e desenvolver o senso de cidadania intercultural, seja na Europa, no Mediterrâneo, na Ásia, na África ou nas Amércias. Uma nova cidadania intercultural é realmente o que nossa sociedade precisa”.

Uma projeção das Nações Unidas revela que em 2030 cerca de cinco bilhões de pessoas viverão mas maiores cidades do mundo. (RB)

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